Cobre – riscos da carência e excesso

Cobre é elemento essencial para incorporar o Ferro na estrutura das células vermelhas, podendo entrar na corrente sanguínea em 15 minutos após a ingestão. As mais altas concentrações do íon estão presente no cérebro e fígado. Entenda como o excesso e a falta de Ferro pode afetar o seu corpo.

O que você aprender nesse post: 

  • 1 – Propriedades funcionais do cobre
  • 2- Deficiência do cobre 
  • 3- Suplementação do íon cobre
  • 4- Excesso de íon cobre

Propriedades funcionais do Cobre

Positivas :
1. Ajuda absorção eficaz do Ferro.
2. É essencial para o aproveitamento da vitamina C
3. Estimula a imunidade.
4. Tem papel importante na conversão da tirosina em melanina, agindo como fator de pigmentação do cabelo e da pele.
5. Tem papel na síntese da elastina e do colágeno, assim como nos hormônios T3, T4.
6. Substância anti-cancerígenas (são estudos feitos em ratos).
7. Protege contra doenças cardiovasculares.
8. Anti-inflamatório e útil contra algumas formas de artrite. (uso de pulseiras).
9. Está comprovada sua participação na molécula da enzima SOD, na citocromo oxidasse, na tirosinase e na dopamina B-hidroxilase.

Negativas:
1. Remove oxidação da vitamina A.
2. Em altas doses diminui a vitamina C.
3. Contribui para esquizofrenia.
4. Alterna o metabolismo da glicose no cristalino.
5. Distúrbios provenientes do desequilíbrio de  ferro ao desequilíbrio em suas proporções.

Deficiência do Cobre

A deficiência do íon de cobre pode ocasionar os seguinte distúrbios e doenças no organismo: anemia microcítica hipocrômica, edema, defeitos na estrutura óssea (clique aqui para consultar problemas relacionados a ósseos e articulações), piora da artrite reumatoide, agrava a síndrome de Kwashiorkor, lesões pancreáticas, miocardiopatia (doença que causa alterações no músculo cardíaco), arteriosclerose, calvície, doenças no fígado, hipotireoidismo, diminuição da fertilidade, diarreia, alterações mentais progressivas, retardo no crescimento e desenvolvimento da criança.

Substâncias que dificultam a absorção e metabolismo do cobre:
1. Íon zinco, manganês e molibdênio em excesso prejudica a absorção.
2. Doença de Wilson – doença onde há baixa produção de ceruplasmina, proteína transportadora de cobre – acumulo localizado de cobre.
3. Penicilinamina – quelante .
4. Mercúrio, chumbo e cádmio – dificultam a absorção.
5. Dietas ricas em frutose (açúcar das frutas, mel e amido de milho) dificulta a absorção do cobre .

Suplementação do íon Cobre

Existe um certo receio de fazer suplementação de cobre devido seu grande potencial como gerador de radicais livres, e por sua relação direta com esquizofrenia e distúrbios psiquiátricos. portanto exames clínicos como o mineralograma pode justificar a sua administração quando se detecta severa deficiência.

Fontes naturais de cobre – Cereais integrais, nozes, verduras de folha, ervilhas, beterraba, fígado, rim, germe de trigo, legumes, amêndoas, amendoim, chá preto.

Terapia : Indicação, apresentação e dosagem:
Nos seres humanos o cobre não é tóxico até ingestão de 35mg/dia. Costuma ser apresentado em suplementos multivitamínicos e minerais em doses de 1,5 a 3mg. Deve-se lembrar que sempre que o cobre for suplementado, deve se dar 10 vezes mais de zinco: ex. 1,5 mg. de cobre; 15 mg de zinco. Devido a relato de antagonismo é sugerido a dose diária de 1,5 a 3 mg  acompanhado de 15 a 30mg de zinco, 50 à 200 mcg de selênio e 50 à 100mcgr de molibdênio.

Precauções :
A suplementação excessiva de cobre, através de formulações pode baixar o nível de zinco e produzir insônia, perda de cabelos, menstruação irregular e depressão. Nunca se deve administrar cobre em paciente com degeneração hepatolenticular (Doença de Wilson).

Orientações gerais:

1. Apesar de ser essencial não se sugere a suplementação de cobre.
2. O consumo de produtos integrais, verduras frescas, miúdos de boi, fornece suplementos suficientes de cobre para o organismo humano.
3. O cozimento ou armazenamento de alimentos ácidos em potes de cobre podem aumentar seu consumo diário.
4. Aumente a ingestão dos aminoácidos quelados com S como os encontrados em ovo, cebola e alho.

Excesso de íon cobre

O cobre em excesso tende a se acumular no sangue e com isto esgotar as reservas de zinco do cérebro. Altos níveis de cobre causa oxidação da vitamina A, diminui a vitamina C, provocando dores musculares e nas juntas, distúrbios no aprendizado, depressão e fadiga.

O excesso  associa-se com: disfunções comportamentais, como irritação, volúvel, irado e depressivo. Anemia aplástica e megaloblástica, talassemia, nefrite, Doença de Wilson, vários tipos de doenças hepáticas, esquizofrenia, eczema, anemia drepanocítica, Doença de Hodgkin, leucemias e outras doenças malignas.

As principais fontes de contaminação com o Cobre estão relacionadas a exposição a pinturas, material de litografia, pó de cimento, cromagem, indústrias de pigmentos de Cromo, solução mordente, cigarros e anticoncepcionais, monóxido de carbono expelido pelos automóveis. Pessoas que frequentam piscinas que usam algicidas que contém cobre pode apresentar níveis elevados no organismo.

Fonte: Medicina Geriátrica e Gerontologia

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2 comentários em “Cobre – riscos da carência e excesso”

  1. Tenho 65 anos. Um metro e cinquenta de altura. Cinquenta e dois kilos. Tenho severa queda de cabêlos. Ipotiroidismo. Artrose e muita dor nos ossos. Anciedade e insônia. Quero suplementar com vitamina C, zinco cobre silício. Preciso saber as dosagens certas para comprar. Por favor me ajudem. Obrigada. Bom dia!!!

    1. Olá Maria, agradecemos o seu contato no Blog da Prescrita Medicamentos. Com relação a suplementação de vitaminas é importante destacar as doses recomendadas de cada substância. A Vitamina C é recomendada a ingestão de 45mg/dia, Zinco 7mg/dia, Cobre 900mcg/dia e Silício 100mg/dia. Lembrando que o acompanhamento médico é indispensável e sempre recomendado para o alivio dos sintomas.
      Um abraço!

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