Viver saudável com a EM

O diagnóstico de Esclerose Múltipla (EM) obriga a uma reavaliação dos estilos de vida, sendo possível levar uma vida normal seguindo alguns conselhos prévios:

 

1. Seguir uma alimentação equilibrada, de qualidade e natural.

 

2.  A prática de desporto de baixa intensidade regular e, por curtos períodos de tempo permite melhorar a condição física do doente, aumentar a sua força muscular auxiliando a melhorar a espasticidade, os problemas de equilíbrio, a função intestinal e de bexiga, a depressão e, a fadiga.

 

3. Ter um horário com as tarefas a realizar para evitar períodos de muita atividade estabelecendo períodos de descanso entre elas.

 

4. Para uma vida sexual saudável é essencial uma abertura com o seu médico questionando todas as dúvidas para as melhor solucionar, sendo por exemplo o uso de contraceptivos seguro tanto no homem como na mulher.

 

5. No caso das mulheres a gravidez deve ser planejada numa fase de estabilidade da doença em conjunto com o seu ginecologista e neurologista. Na altura do parto se a portadora de EM não tem um efeito secundário adicional à exceção de uma maior espasticidade dos músculos e, uma maior fadiga. Já na fase de amamentação a mulher deve gerir a melhor forma de amamentar o seu bebê.

 

6. Se vai de férias, deve planejar conscientemente a viagem para estes dias, com períodos de descanso, levando sempre junto de si toda a medicação, quer viaje de avião, comboio ou carro, tendo em atenção certos países que exigem vacinação.

 

7. Viver com EM não é um fator para deixar de trabalhar, contudo a vida profissional poderá sofrer algumas alterações, dependendo dos sintomas apresentados pelo portador de EM. Por exemplo, poderão necessitar de mais períodos de descanso ou, reduzir o horário de trabalho. Outra questão pertinente prende-se com a comunicação à entidade patronal desta patologia. Desde que os sintomas não sejam visívei, ficará sempre ao critério do doente esta informação, contudo é sempre importante ter junto do doente alguém que conheça a sua história clínica. Importante é manter um bom relacionamento profissional com a entidade patronal, para juntos encontrarem a melhor solução.

Fonte: Anem

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